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      Sobre Tomás  Luis  de Victoria

 

 

Compositor sacro espanhol nascido perto de Ávila, que formou com Palestrina e Orlando di Lasso, a tríade que dominou a música quinhentista.

Enviado a Roma (1565) por Filipe II, a fim de se preparar para o sacerdócio no Collegium Germanicum, estudou com Palestrina, a quem sucedeu na direção musical do Seminário Romano (1573). Assumiu (1578) como assistente de são Felipe Néri como capelão na igreja de San Girolamo della Caritá e, mais tarde, passou ao serviço da imperatriz Maria, viúva de Maximiliano II da Alemanha.

 Entrou para o convento das Descalzas Reales, em Madrid (1584), onde se tornou mestre de capela e organista (1594) e ficaria até sua morte. 

Sua produção conhecida compreende 21 missas e 44 motetes, além de magnificats, missas fúnebres, salmos, hinos e composições para a semana santa, como Improperia e Lamentações de Jeremias.

Em seu último trabalho, o réquiem em memória da imperatriz (1605), o emprego de contrastes tonais antecipa concepções harmónicas do barroco.

 

 

Fonte :  http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_3262.html

 

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“ …O italiano Giovanni Pierluigi da Palestrina e o espanhol Tomás Luis de Victoria representam o ápice da escola romana, com grandiosas missas e motetes. O Concílio de Trento reformara a música sacra: proibira as melodias profanas e os artifícios contrapontísticos dos mestres flamengos, e exigia para a igreja uma música mais simples, que, embora polifónica, não tornasse ininteligível o texto litúrgico. Essas exigências foram satisfeitas pela primeira vez na célebre Missa papae Marcelli, de Palestrina, publicada em 1567.

 

 

 

 

 

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