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        Sobre Georg Friedrich Handel

 

 

 

Nasceu no norte da Alemanha, sendo filho de um barbeiro e cirurgião.

O seu pai quis fazer dele um advogado. Contudo, ao observar o interesse de Händel pela música, que estudava em sigilo,  mudou de ideias e dispôs-se a financiar os seus estudos de música.

Dessa forma, Händel tornou-se aluno do principal organista de Halle, e, aos dezassete anos, foi nomeado organista da catedral calvinista.

Um ano depois, Händel mudou-se para Hamburgo, onde foi admitido como violinista e clavicordista da orquestra da ópera.

 Em 1705, foi apresentada a sua primeira ópera  “Almira”.

Logo de seguida, aceitou um convite para viajar até Itália, onde passou cerca de três anos.

As suas obras foram apresentadas em Florença, Roma, Nápoles e Veneza e simultaneamente, Händel escreveu outras peças, influenciado pela música daquele país.

Em 1710, Händel, regressando de Itália, tendo sido nomeado director da orquestra da corte de Hannover.

Um ano depois, apresenta em Londres a sua ópera “Rinaldo”.

Devido à grande popularidade que teve com esta ópera, estabelece-se na Inglaterra, onde recebeu a missão de criar um teatro real de ópera, o qual ficou também conhecido como  a Royal Academy of Music.

Foram escritas 14 óperas para essa academia entre 1720 e 1728, as quais lhe deram grande fama em toda a Europa.

A partir de 1740, Händel passou a dedicar-se mais à composição de oratórios, destacando-se “O Messias”  e “Judas Macabeu”.

Händel faleceu em 1759, em Londres, oito anos após ter ficado inicialmente, cego de um olho, e mais tarde, também do outro.

Suas obras incluem 32 oratórios, 40 óperas, 110 cantatas, 20 concertos, 39 sonatas, fugas, suites, obras sacras para missas e obras orquestrais.

 

 

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Handel tinha grande facilidade em compor, como se comprova pela sua vasta produção que compreende mais de 600 obras, muitas delas de grandes proporções.

 

Entre elas, destacam-se dezenas de óperas e oratórios.

 

Sua fama em vida foi enorme, tanto como compositor, quer como instrumentista.

 

Foi por mais de uma vez chamado de "divino" pelos seus contemporâneos.

 

A sua música tornou-se conhecida em várias partes do mundo e foi de especial importância para a formação da cultura musical britânica moderna.

 

A sua obra, desde o século XX tem vindo a ser recuperada com crescente interesse.

 

Hoje Handel é considerado um dos grandes mestres do Barroco musical europeu.

 

                                                                                                             

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