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Sobre Camille Saint-Saens

 

 

Considerado menino-prodígio pelo seu virtuosismo ao piano, Camille tornou-se uma das personalidades mais destacadas da vida musical parisiense na segunda metade do século XIX.

 

Para os seus contemporâneos, o famoso organista da “Église de la Madeleine”, era já um dos grandes compositores franceses do final do século.

 

As suas obras de formato conservador apresentavam uma grande fantasia melódica e harmónica e dominavam os programas das salas de concertos.

 

Por outro lado, com sua actividade pedagógica, exerceu grande influência noutros destacados compositores, como Gabriel Fauré e Maurice Ravel.

 

Actualmente, das suas 13 óperas, Sansão e Dalila continua a ser  representada com muita frequência.

 

Esta ópera estreou-se em Weimar, em 1877, sob a direção do maestro Franz Liszt, grande admirador e protetor de Saint-Saëns.

 

A influência de Liszt na obra de Saint-Saëns é nítida: por exemplo, no poema sinfónico Dança Macabra (1874).

 

Uma das obras mais populares e apreciadas de Saint-Saëns é O Carnaval dos Animais (1886) - uma “suite” para orquestra com dois pianos.

 

Faleceu em Argel, em 16 de Fevereiro de 1921

 

 

 

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Se Camille Saint-Saëns não tivesse composto mais nada, Sansão e Dalila por si só já bastaria para torná-lo imortal.

É muito difícil não ser seduzido, não só pela exuberante poesia do libreto de Lemaire, como pela extasiante beleza da música de Saint-Saëns.

 

 

                                                                                                             

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