
( Santuário Nª.
Senhora d’Aires/ Viana do Alentejo, ano de 2009 )
( Solar dos zagallos, Março de 2010)
Apresentação
|
É, assumidamente, um
objectivo, uma opção, um espaço próprio. Por
gosto, por exigência para com a cultura e a música popular e
tradicional. O encanto pelo canto das
canções do nosso povo, reveladoras dos usos e costumes, da
crença, da alegria, da melancolia, da esperança! Interiorizadas, enriquecidas e
trabalhadas pela mão de Fernando Lopes Graça. Interpretar e
divulgar a sua obra e talento espantosos, que tão bem combinam e
valorizam este património comum! Conhecer e recrear, também
pela música, as formas de expressão populares,
genuínas…Dar expressão à música de outros
tempos. Simultaneamente, dar relevo aos
períodos históricos da Renascença, do Barroco, do
Clássico. Dar a conhecer os compositores desses períodos e as
belas melodias que deixaram em legado aos que se lhes seguiram, insere-se
também neste nosso propósito. É por tudo isto, também,
assumidamente, um projecto colectivo de âmbito cultural. Alguns dos seus
actuais elementos integraram, entre 1985 e 1991, uma das vertentes culturais
da SFUAP - Sociedade Filarmónica União Artística
Piedense - prestigiada Colectividade do Concelho de Almada, através do
respectivo coro, o qual chegou a ter nas suas fileiras, mais de 40 elementos. Paralelamente,
nesta altura também, destaca-se a constituição de um pequeno
coro infantil, de grande qualidade vocal, alguns de cujos elementos integram
actualmente o coro. Com a designação de
Coral Canto Novo, em 1993, o grupo retomou a sua actividade autonomamente,
definindo como objectivos: Divulgar e promover o canto
polifónico; Fomentar a prática desta forma
de expressão artística. Tem no seu
diversificado repertório peças de música antiga,
clássica e contemporânea. Dedica uma
especial atenção à música popular e tradicional
portuguesa nas harmonizações de Fernando Lopes-Graça, e,
naturalmente, de outros autores, dos quais se destaca Eurico Carrapatoso, e
outros… |
“ A Música é o Som da Vida “
Eric Olson
“A música, uma vez na alma, torna-se uma espécie de espírito e nunca morre” Edward George A música é celeste de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.
Aristóteles |
