
Sobre António Leitão
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Foi Mestre de Capela do Seminário dos
Olivais e cantor solista dos Coros Gulbenkian, onde trabalhou com Olga
Violante, Pierre Salzmann, Jorge Croner de Vasconcelos e Michel Corboz. Dirigiu a “Polyfonia Schola
Cantorum”, sucedendo a
Mário Sampayo Ribeiro e José Augusto Alegria. Tem fundado e dirigido vários coros. Foi responsável pela música nas
exéquias de Sá Carneiro, em 1980 e também aquando da
visita do Papa a Portugal, em 1984. Dirigiu para a RTP o Requiem de Lizst e gravou
um LP de canto gregoriano e polifonia do século XVI. Integrou algumas comissões
técnicas da ACAL. É o dinamizador dos "Concertos das
Últimas Sextas-feiras" no Palácio da Independência
(Lisboa), sob o patrocínio da Sociedade Histórica da
Independência de Portugal. Para além da sua actividade musical,
António Leitão tem-se afirmado noutros campos da cultura:
publicou livros de poesia e prosa, é colaborador da
Enciclopédia Luso-brasileira de Cultura, da Enciclopédia Luso-brasileira
de Filosofia e da Enciclopédia das Literaturas de Língua
Portuguesa. |
O Coro Gulbenkian foi
fundado em 1964 e conta presentemente com uma formação
sinfónica de cerca de 100 cantores, actuando igualmente em grupos
vocais reduzidos, conforme a natureza das obras a executar. Assim, o Coro
Gulbenkian tanto pode apresentar se como grupo a “cappella”, o
que tem acontecido regularmente para a interpretação de
polifonia portuguesa dos séculos XVI e XVII, como colaborar com a
Orquestra Gulbenkian ou outros agrupamentos para a execução de
obras coral sinfónicas do repertório clássico e
romântico. |
